Não abra uma issue pública. Use o reporte privado de vulnerabilidade do GitHub. Só quem mantém o projeto vê o relato.
Inclua o que for possível:
- o que um atacante consegue fazer, e de onde (outro Participante, alguém com o Código de Sessão, qualquer um na internet);
- os passos para reproduzir;
- a versão do Telinha, ou o commit, se o problema for no sinalizador.
O Telinha é um projeto mantido por uma pessoa no tempo livre. A resposta inicial deve sair em até uma semana. A correção depende da gravidade, e você recebe o crédito no aviso publicado, se quiser.
Só a última release. O app se atualiza sozinho, e o sinalizador recusa versões antigas do protocolo, então não há correção para versões anteriores.
- Sinalizador (
apps/signaler): entrar numa Sessão sem a aprovação do Anfitrião, adivinhar ou enumerar Códigos de Sessão, se passar por outro Participante, derrubar a Sessão de outra pessoa, ou contornar o limite de taxa. - Protocolo (
packages/protocol): mensagens que escapam da validação e levam a estado inválido. - App desktop (
apps/desktop): um Participante executando código, lendo arquivos ou capturando algo além da Fonte escolhida na máquina de outro; abuso do IPC ou do preload; o auto-update instalando algo que não veio das releases deste repositório.
Estas coisas são conhecidas e decididas. Não precisa reportar:
- O seu IP fica visível para os outros Participantes. É o preço da conexão direta, e o README avisa. Compartilhe o Código só com quem você confia.
- O instalador não tem assinatura de código e dispara o aviso do SmartScreen. É questão de custo, não de segurança.
- Quem tem o Código consegue pedir para entrar. É o desenho: o Código não é senha, e quem decide é o Anfitrião, que aprova cada pedido (ADR 0004).
- O sinalizador oficial pode ficar fora do ar quando a cota gratuita da Cloudflare acaba.